

Sou Raquel Burg Gomes, psicóloga clínica há mais de 10 anos, dedicada a cuidar de pessoas e caminhar ao lado delas em seus processos de vida. Meu trabalho é pautado na ética, no respeito e na empatia, oferecendo um espaço seguro para que cada pessoa possa compreender seus sentimentos e emoções, fortalecendo-se para lidar com o estresse e com os conflitos psíquicos de forma mais consciente e produtiva.
Você não está sozinho(a). Posso te acompanhar nesta jornada de autoconhecimento e autocuidado, caminhando ao seu lado com presença e acolhimento.
Agende sua consulta e vamos seguir juntos(as).
Você sabia que a terapia acolhe e alcança tanto a quem teve perda de ente querido como também a quem teve perdas simbólicas e muitas vezes não reconhecidas socialmente, como por exemplo:
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Não. A área da Psicologia é bem ampla e profissionais necessitam estar qualificados e terem formações na área do luto para atuarem de maneira apropriada no acolhimento ao luto. Lembre-se: em outras áreas da saúde como na odontologia e na medicina também funciona dessa maneira. Dentro da Psicologia existem diversas áreas de atuação com suas devidas formações e o Luto é uma delas.
A Psicologia do Luto é focada no acolhimento e manejo de lutos por diversas perdas desde por morte de ente querido, bem como, perdas simbólicas e lutos, muitas vezes não-reconhecidos socialmente, como: adoecimento, mudança de carreira e de cidade, perda de trabalho, separações, perda de pets, perda do filho idealizado, perdas gestacionais, infertilidade, perdas decorrentes a desastres ambientais, lutos antecipatórios inerentes aos cuidados paliativos, perdas relacionadas ao ciclo vital, perdas múltiplas, entre outros.
O luto é um processo natural e universal e nem todas as pessoas sentem a necessidade da terapia. Lembre-se: somos seres únicos e cada ser humano encontra recursos para lidar com os desafios. A terapia pode ser um recurso que auxilia na elaboração do luto. A ajuda profissional qualificada no luto é aconselhada quando o luto interfere na capacidade da pessoa de funcionar no dia a dia por um período prolongado e ela não consegue retomar suas atividades cotidianas ou tem dificuldades em falar sobre sua perda, muitas vezes por não encontrar espaço social para isso.
Não existe um tempo fixo determinado. Cada pessoa vem com uma bagagem de vida e uma história para ser contada, recontada e elaborada. Os impactos da perda e como era a vida antes, bem como está a rede de apoio, tudo necessita de um tempo para vir à tona. O mais importante é seguir o ritmo individual de cada um dentro do espaço terapêutico.