Cuidado voltado à singularidade

Principais áreas de atuação

Sobre mim

Ana Claudia Paixão

TERAPEUTA • ORIENTAÇÃO PSICANALÍTICA

Minha trajetória profissional começou muito antes da clínica. Durante mais de 20 anos, trabalhei no jornalismo e na comunicação, em um universo no qual ouvir, observar, fazer perguntas e tentar compreender pessoas, histórias e comportamentos sempre fizeram parte do meu cotidiano.

A psicanálise trouxe uma mudança importante de perspectiva. Se, no jornalismo, muitas vezes é preciso organizar uma história, encontrar sentidos e transformá-la em narrativa, na clínica o movimento é outro: escutar sem antecipar respostas, sustentar perguntas e acompanhar aquilo que cada pessoa consegue construir a partir da própria fala.

Esse deslocamento aprofundou um interesse que sempre esteve presente no meu percurso: o que nos move, por que determinadas experiências se repetem, como construímos nossas relações e por que, tantas vezes, sabemos racionalmente uma coisa, mas sentimos ou fazemos outra.

Na clínica, meu trabalho parte de uma escuta individual, sem julgamentos ou fórmulas prontas, respeitando o tempo, a história e a singularidade de cada pessoa.

Nem sempre é preciso chegar sabendo exatamente o que dizer. Às vezes, o processo começa justamente pelo que parece pequeno, cotidiano ou difícil de nomear. É pela fala que outros sentidos podem começar a surgir.

Entenda em detalhes

Como funciona o processo terapêutico?

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Primeira escuta

Os primeiros encontros são um espaço para você falar sobre o que levou você a buscar análise, o momento que está vivendo e as questões que hoje provocam sofrimento, dúvida ou inquietação.

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Construção do processo

A partir daí, os encontros passam a acontecer regularmente. Não há um roteiro pronto: a fala pode trazer acontecimentos atuais, lembranças, relações, sonhos, conflitos e associações que ajudam a perceber questões que nem sempre estão evidentes.

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Elaboração

Ao longo do processo, começamos a reconhecer repetições, conflitos, desejos e formas de se relacionar consigo e com os outros. A análise não oferece respostas prontas, mas abre espaço para novas perguntas, escolhas e possibilidades.

ESCUTA, EXPERIÊNCIA E FORMAÇÃO

Um espaço para falar do que inquieta, mesmo quando ainda é difícil nomear.

Na análise, você não precisa chegar com tudo organizado nem saber exatamente o que dizer. O processo se constrói pela fala, no seu tempo.

Formação em Psicanálise pelo IBCP

Essa formação oferece a base teórica que orienta minha escuta e o trabalho que desenvolvo na clínica.

Trabalho clínico acompanhado por supervisão

A supervisão faz parte da minha prática e mantém o trabalho clínico em reflexão contínua.

Atendimento baseado na singularidade de cada história

Cada processo é construído de forma individual, respeitando o tempo, a história e as questões de cada pessoa.

Mais de 20 anos de experiência profissional em comunicação, cultura e comportamento

Minha trajetória no jornalismo e na comunicação ampliou meu olhar para pessoas, histórias, relações e comportamentos.

Atendimento online

As sessões acontecem com horário reservado, privacidade e continuidade, sem a necessidade de deslocamento.

Perguntas frequentes

A psicanálise pode ser procurada tanto por quem atravessa um momento específico de sofrimento quanto por quem percebe conflitos, angústias ou padrões que se repetem e deseja compreender melhor sua própria história e suas escolhas. Não é necessário ter um diagnóstico para começar uma análise.

É um primeiro espaço de conversa e escuta. Você pode contar o que o levou a procurar análise e falar sobre o momento que está vivendo. Também podemos conversar sobre a frequência dos encontros e esclarecer dúvidas sobre o processo.

As sessões duram aproximadamente 50 minutos.

A frequência é combinada de acordo com cada caso. Em geral, o processo começa com encontros semanais.

Sim. No atendimento online, as sessões acontecem por videochamada, em horário previamente combinado, e é importante que a pessoa esteja em um ambiente reservado e com privacidade.

Não existe um assunto certo. Você pode falar sobre o que vier à mente: acontecimentos do cotidiano, lembranças, relações, medos, sonhos, dúvidas, incômodos ou mesmo sobre aquilo que parece difícil colocar em palavras.

Sim. A confidencialidade é um princípio fundamental do trabalho clínico e da relação entre analista e paciente.

O atendimento é particular.

Este site não oferece atendimento imediato a pessoas em crise suicida. Em caso de crise ligue para o CVV (telefone 188). Em caso de emergência, procure o hospital mais próximo. Havendo risco de morte, ligue imediatamente para o SAMU (telefone 192).

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